segunda-feira, 5 de abril de 2010

Traduzindo um chão de giz

Prosseguindo nos pagamentos...
Como prometido no post: Traduzindo a Tradução

Quando eu era criança, me perguntava o que seria um “Chão de giz”. Por que aquela canção tão estranhamente bonita, não me trazia uma realidade nem de forma conotativa?

Onde estava a beleza de frases que juntas não me traziam qualquer sentido?

Eu cresci e a dúvida em vez de diminuir... aumentou! rs!

Chão de giz, talvez seja aquela música de “beleza interior”. Uma canção melodicamente perfeita, mas que suas entrelinhas trazem uma face de intimidade não compartilhável.

Mas enfim acabei com minha inquieta curiosidade musical...
Após algumas noites mal dormidas, encontrei ao menos uma história que me CONVENCEU!

Se é HISTÓRIA ou ESTÓRIA, não sei! Mas dizem que seria a explicação dada pelo próprio Zé Ramalho...

Deleitem-se...

No mais, estou indo embora, baby, baby...

***

"O Zé teve, em sua juventude, um caso duradouro com uma mulher casada, bem mais velha, da alta sociedade de João Pessoa, na Paraíba. Ambos se conheceram num Carnaval.

Ele se apaixonou perdidamente por esta mulher, só que ela era casada com uma pessoa influente da sociedade, e nunca iria largar toda aquela vida por um "garoto pé rapado" que ela apenas "usava" para transar gostoso.

Assim, o caso, que tomava proporções grandes, foi terminado. O Zé ficou arrasado por meses, e chegou a mudar de bairro, pois morava próximo a ela. E, nesse período de sofrimento, compôs a canção. Conhecendo a história, você consegue perceber a explicação para cada frase da música, que passo a transcrever:

"Eu desço dessa solidão, espalho coisas sobre um chão de giz"

Um de seus hábitos, no sofrimento, era espalhar pelo chão todas as coisas que lembravam o caso dos dois. O chão de giz também indica a fugacidade do relacionamento, facilmente apagável (mas não para ele...)

"Há meros devaneios tolos a me torturar"

Aqui é meio claro, como disse o Enéas, devaneios, viagens, a lembrança dela a torturá-lo.

"Fotografias recortadas de jornais de folhas amiúde"

Outro hábito seu era recortar e admirar TODAS as fotos dela que saiam nos jornais - lembrem-se, ela era da alta sociedade, sempre estava nas colunas sociais.

"Eu vou te jogar num pano de guardar confetes"

Pano de guardar confetes são aqueles balaios ou sacos típico das costureiras do nordeste, onde elas jogam restos de pano, papel, etc. Aqui, ele diz que vai jogar as fotos dela fora num pano de guardar confetes, para não mais ficar olhando-as.

"Disparo balas de canhão, é inútil pois existe um grão vizir"

Ele tenta ficar com ela de todas as formas, mas é inútil pois ela é casada com o tal figurão rico (o Grão Vizir).

"Há tantas violetas velhas sem um colibri"

Aqui ele pega pesado com ela... há tantas violetas velhas (como ela, bela, mas velha) sem um colibri (jovem pássaro que a admire). Aqui ele tenta novamente convencê-la simbolicamente, destacando a sorte dela - violeta velha - poder ter um colibri, e rejeitá-lo.

" Queria usar quem sabe uma camisa de força ou de vênus"

Bem, aqui é a clara dualidade do sentimento dele. Ao mesmo tempo que quer usar uma camisa de força, para manter-se distante dela e não sofrer mais, queria também usar uma camisa de vênus, para transar com ela.

"Mas não vão gozar de nós apenas um cigarro"

Novamente ele invoca a fugacidade do amor dela por ele, que o queria apenas para "gozar o tempo de um cigarro". Percebe-se o tempo todo que ele sente por ela profundo amor e tesão, enquanto é correspondido apenas com o tesão, com o gozo que dura o tempo de se fumar um cigarro (também representativo como o sexo, pois é hábito se fumar um cigarro após o mesmo).

"Nem vou lhe beijar gastando assim o meu batom"

Para que beijá-la, "gastando o seu batom" (o seu amor), se ela quer apenas o sexo?

"Agora pego um caminhão, na lona vou a nocaute outra vez"

Novamente ele resolve ir embora, após constatar que é inútil tentar. Mas, apaixonado como está, vai novamente "à lona" - expressão que significa ir a nocaute no boxe, mas que também significa a lona do caminhão com o qual ele foi embora - lembrem-se que ele teve que se mudar de sua residência para "fugir" desse amor doentio.

"Pra sempre fui acorrentado no seu calcanhar"

Auto-explicativo, né?! Esse amor que, para sempre, irá acorrentá-lo, amor inesquecível.

"Meus vinte anos de boy, "that's over, baby" , Freud explica"

Ele era bem mais novo que ela. Ele era um boy, ela era uma dama da sociedade. Freud explica um amor desse (complexo de Édipo, talvez?). Em todo caso, "that´s over, baby", ou seja, está tudo acabado.

"Não vou me sujar fumando apenas um cigarro"

Ele não vai se sujar transando apenas mais uma vez com ela, sabendo que nunca passará disso

"Quanto ao pano dos confetes já passou meu carnaval"

Lembrem-se, eles se conheceram num carnaval. Voltando a falar das fotos dela, que ele iria jogar num pano de guardar confetes, ele consolida o fim, dizendo que agora já passou seu carnaval, ou seja, terminou, passou o momento.

"E isso explica porque o sexo é assunto popular"

Aqui ele faz um arremate do que parece ter sido apenas o que restou do amor dele por ela (ou dela por ele): sexo. Por isso o sexo é tão popular, pois só ele é valorizado - uma constatação amarga para ele, nesse caso.

Há quem veja também aqui uma referência do sexo a ela através do termo "popular", que se referiria ao jornal (populares), e ela sempre estava nos jornais, ele sempre a via neles.

"No mais estou indo embora"

E depois dessas, eu também!



P.S: Não coloquei a fonte, porque não consegui achar de onde viria tal explicação, mas parece que foi alguém que postou na Comunidade "Chão de Giz" no Orkut!

segunda-feira, 15 de março de 2010

Morena Galega

Fala negada...

Como prometi no fim de semana, vamos começar o pagamento dos meus débitos!!! =D

O primeiro “pagamento” é a apresentação do meu último xote “Morena Galega”, música que fiz em Dezembro do ano passado e já está ESTOURAAAAAAAAADA na minha roda de amigos, que deve totalizar a incrível marca de CINCO fãs vendidos, me cobrarando uma versão em vídeo! Rs! =D

Então aqui está um videozinho com aquela minha cara amassada mais uma vez! Lembrando que em Maio tem o II Luau do Mago, então aprendam logo pra fazerem aquele coro e ajudarem o “cantor que não é cantor”, porque na pegação e na cachaça eu sei que vocês não falham nunca! huhuhuhu! =D

Já estou com saudade daquele muído DIFERENCIADO do Luau! =)
E dessa vez, junto com UJAV (que apresentarei em breve) pra fazer a casa cair!

Então play na caixa, almas sebosas! =D

Hasta o/

Morena Galega
(Ígor Mago, Campina Grande, 2009)

Morena galega,
Vem ser minha "nêga",
Que eu não nego ser teu "nêgo" não!
Me dá um "rebuliço"
Quando você chega,
E leva o sossego do meu coração!

Morena, faceira,
Do sorriso penerado e do olhar de baleeira,
Derruba minha porteira,
Quando chega devagar...

Chega galega, bonita,
Tu tá querendo é me confundir, sua bandida?
Saia logo da minha vida,
Pra eu poder me orientar...

Que eu já tô ficando é doido,
Com esse teu jogo de sedução,
De camaleão..
De dia galega e à noite morena,
Você sempre traz problema,
Pro meu coração...
(Pro meu coração)

Morena galega,
Vem ser minha "nêga",
Que eu não nego ser teu "nêgo" não!
Me dá um "rebuliço"
Quando você chega,
E leva o sossego do meu coração!


Ôôô... é amor!
É amor, meu coração dispara!
Ôôô... é amor!
Quando essa morena galega me encara!
Ôôô... é amor!
É amor, meu coração embala...
Ôôô... é amor!
Quando ela me pega de jeito,
E com um beijo me cala!


domingo, 14 de março de 2010

Sinais...

Enfim chegou a hora de desejar um “Feliz Ano Novo”!!!

Passei a semana pensando em como deveria voltar! Mas volto, como deveria ser, sem pausas e sem preparações! Dando meus Sinais... e devendo!

Sempre devendo!

O galego me cobra a tradução de “Chão de Giz”, a galera da comunidade do forró do muído me cobra a release do Volume 6 e as “almas de meio do mundo” me cobram qualquer esboço filosófico que fale das coisas que nem mesmo sei...

Sendo assim, volto! E sem promessas...

Volto apenas pra pontuar um recomeço!

Volto sem aspas, pra não falar por ninguém e pra ter uma autonomia mínima, que as vozes das calçadas hoje em dia, talvez não permitam!

Volto dizendo pra meu amigo Elvis: "E quantos grãos deixei cair???"! huauhuha! =D

Volto com a promessa de que pagarei o que devo!
E pra quem não devo... deixo o meu sorriso!

...meu SORRISO MAROTO! ;D

domingo, 22 de novembro de 2009

Mais do mesmo sorriso...

Hoje eu voltei...

Sonhei que acordava no meio da noite e resolvia rabiscar alguns passos pela madrugada. Andar sem rumo certo, sem paraíso certo, apenas andar... sem compromisso com a vida, procurando um táxi que eu nunca quis encontrar!

E assim fui, com aquele mesmo sorriso que todos me cobraram inquietamente essa semana!

“Mago, estamos com saudade daquela sua filosofia largada e realista, das suas viagens blogueiras e do teu sorriso de rapariga!”

Eu juro que quando isso se repete, considero um elogio! hehe! Então tá, meu povo! Meu sorriso de rapariga eu trago junto com um pouco de prosa, porque meu sonho da noite não tem verso!

Verso é fantasia e o desenho da lua hoje insiste em não fazer rima.

Prefere a prosa dos sinais vermelhos que atrevessei a pé, nesta madrugada!

Prefere olhar pro céu e não assistir um espelho que coloque palavras em contradição...

Prefere andar com qualidade... revendo a minha Campina, menina dos meus olhos! Menina que devolve meu sorriso em cada passo desta volta!

Campina que me deixa sem medo e me leva pra casa nos braços de uma saudade que insiste em não acabar!

Essa é minha Campina, de embriaguez pontual, mas de sobriedade perene!

Campina que enlaça meu sorriso banal, em cada esquina deserta, em cada palavra incerta, em cada néctar saboroso...

Campina que me entrega em casa, que me cobre de sorrisos e que me devolve aos meus sonhos...

E dizem que foi um sonho bom...

Mas dessa vez, com as memórias daquele mesmo sorriso! O sorriso de Campina! =)

Estou de ROUPA NOVA!!!
"Vai reacender..."

Hasta o/

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Quando o samba vem...

Alô meu povo,
Estava com saudades disso aqui.

Fiz uma gravação doméstica de mais uma música minha.
Voz e violão pra “Quando o samba vem”.

Especialmente pra minha amiga Rennaly e meu amigo Macaco, "entusiastas" desta música! hehe!
E quando o samba vier, aperte "Play"...

Hasta o/
Quando o Samba Vem
(Igor Mago, Campina Grande, 2007)

Bem...
Quando o samba vem,
E o mundo se acalma,
Me renovando a alma,
Vem você...
E leva minha paz,
Vira minha cabeça...
Me arrebenta o sono,
Mas me faz tão...

Bem,
Quando o samba vem,
E você passa e dança,
Me enchendo de esperança,
É você,
Travando o meu olhar,
Tremendo o meu corpo,
Completamente louco,
Me vejo cantar,
Pra você...

Pra você,
Não boto condição,
Estou aqui só pra te ver,
Me dê a mão,
E deixe o samba fluir,
Começando a construir,
Toda essa emoção,
Pra você!

Pra você..
Que canto essa canção,
Grito pra você perceber,
Toda minha paixão,
Sou teu e de mais ninguém,
E na hora que o samba vem,
Te entrego...
Meu coração!


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Algum lugar além do arco-íris...

Aos meus amigos de CAST,
Aos parceiros do grupo Quebramola,
Aos meus companheiros de apartamento,
Aos meus irmãos Marcus, Ricardo, André, Catão e Beko,
E a todas as outras pessoas que tive o prazer de conviver nesta cidade chamada Recife...

“São só dois lados da mesma viagem / O trem que chega é o mesmo trem da partida / A hora do encontro é também da despedida / A plataforma da estação / É a vida desse meu lugar / É a vida desse meu lugar / É a vida” e no embalo desta trilha, o trem chegou novamente. Desta vez pra me levar de volta pra casa, a minha Borborema.

As malas estão pesadíssimas. Nestas últimas horas, a alegria do retorno é um pouco ofuscada pelas memórias reluzentes que levo daqui. É um sentimento misto, blindado, único, mas demasiadamente verdadeiro. Conforta saber que vou apenas pro outro lado da ponte e assim, quando a saudade gritar, volto correndo pra escutar a risada de Wolbert, as insanidades de Gregório, comer o Sanduiche de Queijo de Manteiga de Clara, contar as aventuras juvenis do fim de semana pra ver Lu rindo e me chamando de “PREGO!”, fazer serenata para meus ilustres parceiros de apartamento (Porra! Não deixem essa tradição acabar!) e rever tanta gente que aprendi a gostar durante esta caminhada por terras pernambucanas. Quantas coisas “pequenas” trazem segundos de sorriso que dão sentido a toda esta loucura! Mas assim é a vida, meus irmãos! Feliz do poeta que um dia disse: “Vida Louca, vida, Vida breve! / Se eu não posso te levar, quero que você me leve!”

Mas se neste momento não posso levá-los comigo fisicamente, encho minha mala com um pouco de todos vocês em cada boa recordação, seja no almoço, nas farras, nas risadas e porque não, no trabalho! Mas se levo TANTO, espero ter deixado pelo menos um POUCO de alegria para tantas figuras inoxidáveis. Quando falarem do velho Mago, lembre do Paraíba de “stress zero”, sorriso fácil, piada pronta e jamais esqueçam dos meus ensinamentos de reservar parte do salário para investirem em alimentos pra alma, pois o que se leva nessa vida, são as histórias pra contar... ;)

E são essas histórias que levarei desta passagem por aqui! Posso dizer com orgulho e satisfação que cada dia junto de vocês valeu a pena DEMAIS! Este último “bota-fora” foi apenas a constatação de que “O que vai ficar na fotografia / São os laços invisíveis que havia”. Vocês foram FODAS!

Sendo assim, sem maiores tons de despedida, deixo meu saudoso abraço apertado e meu até logo! Obrigado de coração a todos vocês que fizeram essa minha estada mais feliz. É por vocês que sempre voltarei a esta terra cantando: “Voltei Recife, foi a saudade quem me trouxe pelo braço / Quero ver novamente ‘Vassoura’ na rua abafando / Tomar umas e outras e cair no passo”.

Namastê, MEU Povo! o/



quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A tonga da mironga do kabuletê

Alô meu povo,

Trago um texto que escrevi em um blog que participava, o Cegos & Surdos, pra iniciar uma nova seção do “soumeusom”. A seção se chamará “Traduzindo a tradução”.

Vocês vão entender do que se trata, com o texto abaixo:

Eis que o poeta enlouquece e do devaneio faz-se a canção. Já diria aquela criatura efêmera de Brejo do Cruz, José Ramalho Neto, “Há meros devaneios tolos a me torturar”. [Aliás, se alguma alma lúcida conseguir traduzir a música “Chão de Giz”, eu prometo que a jogo num pano de guardar confetes]. Mas enfim, entender pra quê? Se até Claudinho e Bochecha já controlam o calendário sem utilizar as mãos.

Musicalidade é assim. O compositor viaja, o escutador “reviaja”, uns não entendem, outros acham que entendem e mais alguns têm certeza que entendem [e ainda ousam explicar, oh céus!]. Eu sou daqueles que procuro sentido em tudo. Já tentei em todos os meus diferentes estados etílicos, interpretar o que aquele alagoano do cabelo engraçado quis dizer com: “Açaí, guardiã, zum de besouro, um imã, branca é a tez da manhã” [Uma açaí fêmea, guardiã dos besouros, quando escuta um zumbido, é magneticamente atraída para que branca seja a pela da manhã! É fantástico!]. Mas claro, se é Djavan então não deve ser algo menos genial de que Zeca Baleiro e sua “Vida vida, noves fora, zero!”.

Porém, como eu sou cabra da peste [apesar de colher as batatas da terra], não desistirei jamais de buscar explicações para este mundo paralelo [Quiçá, uma dia, a fúria desse front virá]. Continuarei viajando nesse Brasil brasileiro do pleonasmo, tentando entender porque Ary Barroso tinha um coqueiro que dava coco e porque o negão queria pegar a nega do cabelo duro pra passar batom de cor violeta [Na boca e na bochecha! Pega ela aíííííííi....].

Enfim, neste confuso lar de idéias ininteligíveis, me despeço da sala [sem ela, tem janela, inclina em cerca de atenção] e peço que todos vocês se inquietem na página de comentários. Afinal, como diria Vinícius de Morais e Toquinho:

Você que ouve e não fala,
Você que olha e não vê,
Eu vou lhe dar uma pala,
Você vai ter que aprender:
A tonga da mironga do kabuletê.

Bem, na próximo post eu trago a TRADUÇÃO para "Chão de Giz".
Depois de conhecer a história que inspirou a música, a letra parece tão evidente! heheh!

Por enquanto, deixo um vídeo da inteligente "A tonga da mironga do kabuletê", com Toquinho fazendo a "tradução"...

Play negada!
Hasta o/


segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Vem pra cá, viver a vida!

Ae povo... \o/

Eu quase não passo mais por aqui né!? heheh!
Mas enfim, hoje começa uma nova novela na Globo, "Viver a vida" de Manoel Carlos. As novelas dele sempre têm uma trilha sonora que marcam fortemente seus personagens. Ainda não sei o que vem por aí, mas já vi na chamada da novela que Papas da Língua volta com mais uma música.

Na novela "Páginas da vida", também de Manoel Carlos, Papas da Língua ganhou projeção nacional ao emplacar a música "Eu sei" (Serginho Moah/Fernando Pezão), tema do casal Jorge e Simone. A música faz parte do álbum "Ao Vivo Acústico" da banda, lançado em 2004. A banda só voltou a lançar um novo CD no ano passado, com o álbum "Disco Rock", mas a música "Vem pra cá" que está na chamada da novela é também do álbum de 2004. A música é parceria do vocalista Serginho Moah e do guitarrista Léo Henkin, da própria banda!

Não sei o contexto que a música vai entrar na história (e se vai entrar), mas tenho certeza que caso entre, Papas da língua volta ao topo das paradas com esse hit dentro de um mês. Tá apostado! :)

Em tempo, o hit "Me Adora" da Pitty, que publiquei aqui, chegou a terceira posição semana passada!

No mais: www.papasdalingua.com.br

Play cambada!

Hasta! \o/

Vem pra cá
(Léo Henkin/Serginho Moah)

Não ver você, não tem explicação
É caminhar pela escuridão
Ficar a fim e não poder falar
Querer o sim e não se acostumar
Com a solidão, o medo de amar
Estranho vazio no seu olhar
Eu tento achar em algum lugar
O amor que você deixou pra trás

vem pra cá
(x8)

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Rosa de Saron: Rara Calma!

Aê meu povo!!! \o/

Andei meio sumido por aqui, mas prometo atualizar mais a partir da próxima semana, pois tenho algumas novidades! =)

Hoje trago no post, a banda Rosa de Saron. Neste último fim de semana, tive a oportunidade de ir ao show acústico dos caras aqui em Recife e realmente valeu a pena.

Não vou classificar a banda como Gospel, Católica, Rock, Pop ou que seja. Acho que independente de gênero ou religião, Rosa de Saron veio para transmitir uma mensagem de alegria, paz e reflexão das coisas desse mundo. Que cada um possa dentro da sua fé, interpretar as letras de Guilherme Sá (vocal), Eduardo Faro (guitarra), Rogério Feltrin (baixo) e Grevão (bateria), da maneira mais positiva.

Sabendo que a música mais conhecida é o hit “Sem Você”, do Guilherme de Sá, que já foi postada aqui neste blog (no Post do Forró do Muído), então volto pra deixar uma outra (que considero a melhor) deste novo CD : “Rara Calma”, do baixista Rogério Feltrin.

Pra quem for da minha terra, Campina Grande, fica a dica pra comparecer no Spazzio na próxima quinta-feira e assistir este baita show. Também não poderia esquecer neste post, de deixar um agradecimento especial ao amigo Tyrone, que participou da produção da banda nesta turnê pelo Nordeste e permitiu que a gente conhecesse as figuras que fazem essa banda pessoalmente! Valeu maluco! o/

Play my friends...

Hasta o/

Rara Calma
(Rogério Feltrin)

O tempo voou, nem percebi,
Mas sou o mesmo homem que
Um dia você conheceu.
A canção não esqueci,
O menino que há em mim,
Nasceu para cantar.
Chora como nunca, ao sentir:
Ainda estamos juntos aqui.

Abro o coração.
Coloco-me aos seus pés.
Noite escura agora é manhã.
E falo com rara calma:
Sou o que sou,
Sem ti sou fraco,
Mas sempre...
Tive você aqui perto de mim.


O espelho me diz que envelheci.
E que mal pode existir
Em ter histórias pra contar
Dos amigos que aqui fiz?
Quanta coisa se passou...
Ainda estamos juntos aqui

Abro o coração.
Coloco-me aos seus pés.
Noite escura agora é manhã.
E falo com rara calma:
Sou o que sou,
Sem ti sou fraco,
Mas sempre...
Tive você aqui perto de mim!



quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Black Eyed Peas no TOPO!

Alô meu povo... \o/

Passando rapidão para postar o novo recorde da banda pop americana Black Eyed Peas. Após 19 anos, uma banda consegue se firmar por 17 semanas com uma música no topo das paradas de sucesso nos EUA.

Após passarem 12 semanas liderando com o primeiro single "Boom Boom Pow", a banda alcança pela quinta semana consecutiva o topo com a música "I gotta felling". Na minha opinião o segundo hit é até melhor que o primeiro.

Por aqui, em terras brazucas, a música ficou na terceira posição na semana retradasa e em quarto na semana passada, enquanto Victor & Leo se mantém no topo pela segunda semana consecutiva com a música "Deus e Eu no Sertão", tema da novela Paraíso.

Por hoje, deixo aqui "I gotta felling" estourada em todas as baladas mundiais...
Sem falar que o clip é um colírio, com foco em todas as curvas da super-power-cantora-gata-dukaralhow Fergie! ;P

Play and dance...

Hasta o/